24. Prática: Definindo a tipografia de um projeto
Hoje vou mostrar como escolho a tipografia certa para projetos que não fornecem um brand book. Vou usar alguns logotipos como exemplos para explicar minha análise e teste de fontes. Começo avaliando as características dos logos, como linhas e formas das letras, para identificar fontes que combinem. Por exemplo, quando vejo um "E" circular, procuro uma fonte que mantenha esse traço. Se as fontes usuais não funcionarem, recorro ao Google Fonts para explorar mais opções, sempre buscando traços semelhantes, como "E" circular ou "L" curvado. Um caso interessante é o da fonte "Syne" que se adequa bem quando as letras são mais quadradas. Para cada logo, faço testes com várias fontes até encontrar a que melhor se encaixa no estilo desejado. Às vezes, um detalhe inesperado, como como a posição de um traço no "A", me ajuda a decidir. Outras vezes, é o formato do "T" ou o estilo do "R" que marcam a diferença. O segredo é analisar a marca, o contexto e sempre buscar características similares. Com prática, essa técnica fica mais fácil e natural. Experimente misturar fontes do Google e da sua galeria para achar combinações surpreendentes. Muito obrigado por acompanhar, espero que essas dicas sejam úteis para vocês!
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Hoje vou mostrar como escolho a tipografia certa para projetos que não fornecem um brand book. Vou usar alguns logotipos como exemplos para explicar minha análise e teste de fontes. Começo avaliando as características dos logos, como linhas e formas das letras, para identificar fontes que combinem. Por exemplo, quando vejo um "E" circular, procuro uma fonte que mantenha esse traço. Se as fontes usuais não funcionarem, recorro ao Google Fonts para explorar mais opções, sempre buscando traços semelhantes, como "E" circular ou "L" curvado. Um caso interessante é o da fonte "Syne" que se adequa bem quando as letras são mais quadradas. Para cada logo, faço testes com várias fontes até encontrar a que melhor se encaixa no estilo desejado. Às vezes, um detalhe inesperado, como como a posição de um traço no "A", me ajuda a decidir. Outras vezes, é o formato do "T" ou o estilo do "R" que marcam a diferença. O segredo é analisar a marca, o contexto e sempre buscar características similares. Com prática, essa técnica fica mais fácil e natural. Experimente misturar fontes do Google e da sua galeria para achar combinações surpreendentes. Muito obrigado por acompanhar, espero que essas dicas sejam úteis para vocês!
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Hoje vou mostrar como escolho a tipografia certa para projetos que não fornecem um brand book. Vou usar alguns logotipos como exemplos para explicar minha análise e teste de fontes. Começo avaliando as características dos logos, como linhas e formas das letras, para identificar fontes que combinem. Por exemplo, quando vejo um "E" circular, procuro uma fonte que mantenha esse traço. Se as fontes usuais não funcionarem, recorro ao Google Fonts para explorar mais opções, sempre buscando traços semelhantes, como "E" circular ou "L" curvado. Um caso interessante é o da fonte "Syne" que se adequa bem quando as letras são mais quadradas. Para cada logo, faço testes com várias fontes até encontrar a que melhor se encaixa no estilo desejado. Às vezes, um detalhe inesperado, como como a posição de um traço no "A", me ajuda a decidir. Outras vezes, é o formato do "T" ou o estilo do "R" que marcam a diferença. O segredo é analisar a marca, o contexto e sempre buscar características similares. Com prática, essa técnica fica mais fácil e natural. Experimente misturar fontes do Google e da sua galeria para achar combinações surpreendentes. Muito obrigado por acompanhar, espero que essas dicas sejam úteis para vocês!
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Henrique Sabino
Fundador da Harena
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#Tipografia #Fontes #DesignGrafico #Logos #GoogleFonts

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